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Saldanha | Lisboa

Psicóloga | Iva do Carmo

É um processo psicoterapêutico de autoconhecimento e transformação interna, inspirado nas teorias psicanalíticas, que procura a compreensão e a modificação da personalidade em profundidade, a partir do seu funcionamento inconsciente. A psicoterapia psicanalítica possibilita a exploração e a descoberta daquilo que cada um desconhece acerca de si próprio, da sua singularidade e da natureza do seu sofrimento, baseando-se no princípio de que, além dos aspectos genéticos e orgânicos que influenciam a nossa personalidade, existem experiências significativas do passado que podem influenciar quem somos e o modo como nos comportamos e nos relacionamos no presente. O sofrimento expressa-se, muitas vezes, sob a forma de sinais e sintomas, como a angústia, a depressão, medos ou insatisfações na vida pessoal e profissional, que têm frequentemente origem em padrões de relacionamento disfuncionais que se vão instalando, de forma inconsciente, ao longo da nossa existência. Assim, ao possibilitar uma experiência de clarificação e de compreensão do mundo interior a partir da sua dinâmica inconsciente e na relação entre o paciente e o seu psicoterapeuta, a psicoterapia psicanalítica vai conduzindo à resolução dos conflitos internos e das dificuldades e a uma transformação profunda da personalidade.

Num primeiro momento, procura-se avaliar e compreender o que é mais preocupante e começam a esboçar-se objectivos terapêuticos. São abordados e pensados com o psicólogo os motivos que levaram à procura da psicoterapia, procurando-se compreender a natureza das dificuldades (ainda que de uma forma abrangente nesta primeira consulta), para se definir uma estratégia de intervenção adequada. O psicólogo pensará com o paciente o que será mais benéfico e indicado na sua situação. Poderá revelar-se, então, a necessidade de um acompanhamento psicoterapêutico e, em algumas situações, como terapia associada a outras formas de tratamento (como as terapêuticas medicamentosas).

Estabelecida a relação terapêutica, a psicoterapia vai, então, acontecendo ao longo de sessões regulares entre o paciente e o seu psicoterapeuta. Não se trata de um processo com resultados imediatos mas, sim, graduais, e que se vai adaptando à singularidade de cada um. A pessoa é convidada a explorar e a pensar com o seu terapeuta, num espaço seguro e confidencial, sentimentos, emoções, pensamentos, sensações, lembranças, fantasias, sonhos. Uma compreensão mais profunda e mais consciente do seu mundo interior, a partir de novas perspectivas, e uma ligação a lados de si que até então desconhecia (ou que apenas parcialmente entendia) possibilitará, assim, uma mudança profunda na personalidade do sujeito, a elaboração do seu sofrimento e uma melhoria significativa na qualidade das suas relações intrapsíquicas e interpessoais.

Sendo um processo psicoterapêutico gradual, que procura a transformação profunda do mundo interior, a sua  duração pode variar de pessoa para pessoa. A frequência das sessões pode ser de 1 a 2 vezes por semana e cada sessão dura, habitualmente, entre 45-50 minutos. As decisões sobre a frequência das sessões necessárias para sustentar o processo psicoterapêutico, bem como questões relacionadas com o pagamento das sessões e os dias e as horas em que as sessões irão decorrer, são pensadas em conjunto com o psicólogo na(s) primeira(s) consulta(s).
 
 
Para quem | Adultos

Consulta | Individual

Duração da Sessão | 45 minutos

Periodicidade | A frequência da consulta pode ser de 1 a 2 sessões por semana

Preçário | Consulte aqui

Marcações e Contactos | Consulte aqui